Paula Liberati, é uma atriz brasileira formada na TUCA, performer da PUC-SP e artista pelas cataratas, encontros, medos, livros, viagens, fotos e sonhos. Com os lábios, fala português, inglês e italiano, com o pé, fala espanhol através da dança flamenca. No cinema, atualmente filma “Amor Líquido”, de Vitor Steinberg, e tocou no “Peixes no Ar”, de Tiago Venturi, em “Amores Paulistanos”, de Anna Penteado, e “Filme dos Espíritos”, de Michel Dubret e André Marouço. Na televisão, a bela Paula participou das séries “Folhas de Papel” e “Pela Cultura a Fora”. No teatro, produzido e tocado em “Um Espetáculo sem Patrocínio” de Andreah Dorim e Leo Lama. Trabalhando com artistas como Maria Mommensohn, Naira Ciotti, Ricardo Malerbi e a americana Coco Fusco. Paula gosta das pessoas e da estrada. Exatamente nesta ordem.

Quando foi o seu primeiro contato com o teatro?
Olha, nem me lembro… porque foi paixão desde pequena. Sempre inventei e atuei em peças nas férias com amigas, fazia na escola… sempre que podia estava a criar. Mas profissionalmente foi no TUSP com a Georgette Fadel.

Como foi trabalhar no filme “Amor Líquido” esse ano nos cinemas?
Esse filme é uma das minhas paixões. É minha primeira protagonista num longa-metragem, um filme intenso de fazer tanto como atriz, tanto como produtora. Gosto muito da minha parceria no set com o Vitor, que é um cara que admiro muito.

Conte-nos um pouco sobre sua experiência na série “Politicamente Incorreto” na FOX?
Foi bem legal, um elenco forte e divertido e uma equipe de profissionais incríveis. Foi filmado no Pólo Cinematográfico de Paulínia, um lugar com uma infra-estrutura maravilhosa. E na época que filmei o Politicamente estava também filmando o Amor Liquido, então foi interessante sair de um set de cinema independente para um set de uma grande produção.

A série “Então Tá”, produzida para o site da UOL te rendeu bastante foco na mídia, sendo inclusive indicada como melhor atriz de comédia no Rio WebFast. Como foi receber esse reconhecimento do público?
Demais, mesmo. Tenho um carinho especial por esta equipe e por este trabalho, que inclusive tem possibilidades de voltar. E também foi lindo ver que as produções para internet estão cada vez mais reconhecidas com festivais próprios e a qualidade do que se produz pelo mundo.

Como foi trabalhar com André Moraes em “Não se Aceitam Devoluções” no ano passado?
Tive pouco contato com ele no set, pois fiz uma participação pequena com uma diária só de filmagem, mas nas leituras já percebi que é muito divertido ser dirigida por ele. Espero que venham mais trabalhos.

Fale um pouco sobre sua experiência com o diretor Luciano Sabino na série “Suburbanos”?
Eu adoro trabalhar com o Luciano. É um diretor generoso que quando precisa fazer algum comentário ou correção, saí do seu lugar e vem conversar tranquilamente com o ator. Eu gosto muito do jeito que ele trabalha.

Com uma estória peculiar no teatro, existem planos para um futuro projeto?

Quando me formei em teatro fui fazer e estudar performance arte. Voltei a atuar mais com câmeras, tanto para TV e cinema. E quando voltei a fazer teatro tive a sorte de ser em projetos que realmente me movem. Agora estou em turnê em Portugal com a peça A CASA DE BERNARDA ALBA, do Lorca, montagem da Cia JGM de Portugal. Moro em Portugal desde agosto e fico até final de dezembro com a CIA. Tem sido incrível, um super desafio voltar a trabalhar num projeto internacional.

Quais são suas expectativas para a carreira no ano que vem? Já existem novos projetos?
Fiquei um ano e meio fora do mercado pra ter meu filho, e voltei a trabalhar em agosto deste ano neste projeto internacional, com o diretor João Garcia Miguel de Portugal. Depois desta aventura estou livre para novos desafios. Vamos ver o que virá!

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Como disse Edith Piaf: Amem! Amem! Amem!
E eu continuo: O amor É a base de tudo. Trabalhem com o que amam. Convivam com aqueles que amam. Vivam com amor por si mesmos, cuidem-se bem e aí o resto todo ficará em paz..

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