Letícia Braga fala de sua experiência como atriz

É impressionante imaginar o que um desejo de uma criança, pode acabar influenciando o seu futuro e de quebra ainda na sua profissão, a mirim Letícia Braga hoje já participou da novela “A Regra do Jogo”, da minissérie “Justiça”, “Detetives do Prédio Azul” e agora já se prepara para lançar 2 filmes no cinema: “DPA – O Filme” e “A Menina Índigo” com Murilo Rosa e Fernanda Machado.

 

De onde veio a sua vontade de ser atriz?

Não sei explicar. Vem de dentro.  Lembro que desde bem peque já queria ser atriz, aparecer na TV. Fazia shows e desfiles em casa.

 

Você desde pequeninha sempre brincava de ser atriz até que você foi para sua primeira agência. Ser atriz na vida real foi do mesmo jeito que você esperava no começo?

Não, foi muito melhor! Estar com as pessoas de verdade e me ver na TV foi a realização de um sonho e a certeza de que eu queria aquilo muito, e muito mais.

 

O primeiro trabalho que você fez foi uma publicidade que infelizmente não chegou aqui no Brasil. Como foi quando você fez o seu primeiro teste? Ficou nervosa no início?

Fiquei um pouco, mais pela novidade do que pelo fato de fazer o teste em si. Eu sempre vou confiante e com a certeza de que vou fazer o meu melhor. As vezes não dá certo… (risos), mas tudo é uma experiência.

 

Logo depois, as oportunidades não foram demorando muito a chegar até você, pois logo em seguido você já partiu para o filme “A Menina Índigo” do diretor Wagner de Assis, onde você foi a filha dos atores Murilo Rosa e Fernanda Machado. Como foi poder contracenar com eles? Já que eles são considerados atores tão consagrados assim.

Toda equipe do Menina índigo sempre me tratou com carinho, me “paparicou”. Eram muito cuidadosos comigo. Murilo e Fernanda me abraçavam como uma filha. Eu e a família do Murilo ficamos amigas. Vou à casa dele e adoro brincar com o Lucas e o Artur. Fernanda estava grávida e na época a gente achava que ia ser uma menina. Ela ia se chamar Sofia, o mesmo nome que o meu no filme. Era muito chamego. Eu dava muito beijo na barriga dela.  (…) Na hora do trabalho, eles eram super pacientes, me diziam que pra ser eu mesma, pra me divertir, pra sentir a verdade da Sofia.  Não percebi que estava trabalhando. Também não percebi que estava com atores tão famosos e experientes. Percebia que a gente era uma família. Todos se ajudando.

 

Você também é protagonista da série infantil “Detetives do Prédio Azul” (DPA) no canal Gloob e logo com essa serie acabou também partindo para um longa-metragem, que será o “DPA – O Filme”, como está sendo refazer a sua personagem mais dessa vez nas telonas?

Voltar a ser a Detetive Sol é muito especial! Ela é esperta e meiga! Adoro! Adoro as aventuras e mistérios e estar com o restante do elenco! Quando gravamos a série, pela Conspiração, o ritmo de gravações já era bem parecido com o de um filme. Agora, a diferença é que há as gravações externas, outros personagens e gravações pela manhã (o que na série não acontece, porque só gravamos a tarde depois do horário da escola). Parte da equipe do filme já tinha trabalhado com a gente na série, e isso foi muito bom.  A gente já sabe mais ou menos como tudo funciona e tem uma relação de confiança.

 

Você também pela sua idade, chegou a fazer cenas que foram consideradas muito intensas, como na novela “A Regra do Jogo” da Rede Globo. Você considera mais difícil realizar cenas desse tipo? Ou não envolvem nenhuma preparação especial.

Foram cenas difíceis sim! Na “ A Regra do Jogo” a preparadora de Elenco Paloma Riani me ajudou e a Barbara Paes também me ajudava muito! A gente conversava sobre sentir a emoção do personagem. Eu me lembro da primeira cena que tive que chorar na novela. Era depois de uma briga com a minha mãe, a Debora Evelyn. Eu cheguei para gravar preocupada. Pedi para ela brigar comigo como se fosse com a filha dela de verdade. Fizemos a cena tão real que ela acabou não indo ao ar (risos) para não chocar. Em uma outra em que eu me despedia do meu pai, o Zé Maria (Tony Ramos), eu não precisava chorar, mas fiquei tão emocionada, que chorei. Senti como se fosse tudo de verdade! Acho que esse é o segredo!

Ainda na Rede Globo, você também foi colocada no elenco de “Justiça”. Como foi a nova experiência na série fazendo a primeira fase da personagem Mayara?

Foi maravilhoso! Cada trabalho a gente vai conhecendo novas pessoas e melhorando. Cada trabalho pede da gente uma emoção diferente. Cada ator com quem vamos trabalhando a gente vai aprendendo. Na hora da cena há uma troca. A cena é consequência dos atores que estão lá e de toda uma equipe.  Do olhar do diretor. (…). Foi incrível estar com a Adriana Esteves! Ela se transforma. A gente estava conversando, brincando, e quando o diretor dizia que era hora de gravar ela virava outra pessoa, aquele personagem. Observava muito ela em cena e nos bastidores! Eu adoro estar com o elenco. Adoro fazer uma família em cada trabalho!

 

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