Guga relembra passos da carreira e fala de época na televisão

O despertar de Guga para a música surgiu quando ainda criança, com apenas dez anos, cantando no coral da igreja em que a família frequentava, no bairro do Catete, Zona Sul do Rio, onde nasceu e mora até hoje. Dois anos depois, já integrava o coro infantil da Orquestra Sinfônica Brasileira, onde ficou até os 16 anos, e teve a oportunidade de se apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e na Sala São Paulo. Segundo o jovem, foi um aprendizado maravilhoso. Além disso, aos 13, fez teste para um concurso musical do programa Raul Gil, na época, na TV Bandeirantes. Entre 200 pessoas, foi o único escolhido para estar no último dia da atração, na emissora. Depois dessa fase, resolveu criar um canal no YouTube, onde postava vídeos cantando vários estilos, dos vídeos, surgiram convites para se apresentar, e logo Guga brilharia nos palcos.

Como foi o seu primeiro contato com a música?

Foi ainda quando criança. Eu tinha dez anos e comecei a cantar no coral da igreja que a minha família frequentava. Depois disso, surgiu a oportunidade de integrar o coro infantil da Orquestra Sinfônica Brasileira e, desde então, não parei mais.

Qual foi a sua inspiração para fazer a música “Serumaninho”?

Essa música não é minha. É uma composição do Ferrugem, Diney, Davi Vianna e Rony Lucio, do Tá na Mente, mas é uma canção que, com certeza, eu gostaria de ter composto. Me identifiquei muito com ela. Gosto sempre de falar de amor e ‘Serumaninho’ tem uma energia maravilhosa.

O samba é considerado um dos maiores gêneros musicais do Brasil. Qual o significado do samba na sua vida?

Eu sou muito grato ao samba e por tudo que ele já me proporcionou. Costumo dizer que ele me abraçou de uma forma inexplicável, conheci pessoas incríveis através do samba e, hoje, viver tudo isso através desse gênero, é maravilhoso.

O que o fez optar pelo lado romântico em suas músicas?

Sempre gostei, principalmente por ser um cara romântico. O tema ‘amor’ faz com que a gente que é compositor, escreva quando está triste ou feliz. É uma grande inspiração.

Fale um pouco de sua experiência com “Híbrido”, e como foi trabalhar com João Elias Jr.?

Adorei lançar essa música e fiquei muito feliz com o retorno do público. A canção ficou em primeiro lugar no segmento samba, nas rádios do interior e litoral do Rio de Janeiro. É um samba voltado para o pop, o que o deixa mais atual.

Foi ótimo trabalhar com o João Elias no primeiro clipe da minha carreira. É um excelente profissional e o resultado final ficou maravilhoso!

Como era participar da Orquestra Sinfônica Brasileira?

Foi um grande aprendizado! Tive a oportunidade de cantar em várias línguas, ao lado de grandes artistas, como o Milton Nascimento, e de me apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e na Sala São Paulo.

Aos 13 anos, conseguiu ser selecionado entre 200 candidatos para se apresentar no programa do Raul Gil na Band. Ainda guarda recordações dessa primeira vez na televisão?

Foi uma experiência incrível e inesquecível! Fui o único escolhido, entre os 200, para estar no último dia do programa, na TV Bandeirantes. A produtora elogiou a minha apresentação e me convidou para assistir da plateia. Quando menos esperei, me chamaram, de surpresa, para subir ao palco e cantar uma música, a capela, em rede nacional e escolhi ‘Conquistando o impossível’, da Jamily, Foi demais!

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Quero agradecer a todos pelo carinho e por estarem aceitando bem o meu trabalho! Aproveito para desejar um Feliz Natal e um excelente 2019! Um grande abraço!

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