O ator Fhelipe Gomes começou sua carreira no ano de 2009, fazendo campanhas publicitárias. Entrou em 2012 para o elenco de apoio da minissérie bíblica brasileira “Rei Davi”, no qual deu vida a Mefibosete quando criança.

Participou da peça teatral “As Aventuras de Pinóquio“, dando vida a Pinóquio. O mesmo dividia o papel com o ator mirim Pedro Henrique Scoriza. A peça contava a história de um boneco de madeira que queria se tornar um menino de verdade.

Recentemente fez parte do sucesso “Cúmplices de Um Resgate” no SBT, e atualmente pode ser visto na novela “O Tempo Não Para” da Rede Globo.

Como foi seu início na dramaturgia?

Foi com 10 anos quando estreei em rede nacional na minissérie Rei Davi da Rede Record. Foi uma grande primeira experiência com a televisão.

Atualmente como o personagem Lucas em “O Tempo Não Para”, como está sendo participar dessa nova novela, e como foi sua preparação para interpretar o personagem?

Está sendo com certeza um sonho se realizando a cada dia. Sobre a preparação, fizemos o workshop com todos do núcleo para podemos criar já uma química em conjunto. Depois no trabalho pessoal, eu pesquisei em muitos sites sobre crianças que estudam em colégios públicos, vi muitos vídeos sobre isso, e o documentário nacional “Nunca me Sonharam” que me ajudou muito na construção e no entendimento do personagem.

Um dos seus sucessos recentes foi a novela “Apocalipse” na RecordTV, onde fez o Uri Gudman na primeira fase. Por se tratar de uma produção que retrata uma época antiga da história bíblica, exigiu um cuidado diferente no estudo?

Com certeza. Como a história do Apocalipse é muito citada por muitas religiões, nos orientaram a estudar pela história da Bíblia, onde eles se basearam totalmente. Uri era judeu, então tive que pesquisar bastante e tivemos varias aulas sobre o judaísmo para termos uma grande base para a vivência do personagem.

Como foi interpretar o personagem Téo em “Cúmplices de Um Resgate” no SBT, e quais são as lembranças que guarda dos bastidores?

Foi um honra incrível poder dar a vida ao Téo. Digo com toda certeza que é um personagem que me marcou muito e que me fez amadurecer tanto na vida como na arte. As minhas maiores lembranças são com os colegas de elenco que tive. Rimos muito, nos divertíamos a cada cena, bagunçávamos bastante. Hahaha. Acho que o elenco era muito unido e isso facilitou o trabalho.

Quais são suas inspirações como ator?

As pessoas. A observação nesse meio é muito importante, pois pessoas vão se identificar com seu personagem, então basta observá-las para poder ter uma base na criação. Também assistir filmes e outras novelas para observar os atores e poder absorver o máximo possível.

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Uma coisa que aprendi nessa vida de ator, é que nunca devemos desistir. A vida é feita de sonhos, os sonhos nos movem a cada dia. Então nunca se esqueça de sonhar e sempre se lembre de batalhar pelo que você quer.

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