Conheça Lipe, uma das maiores revelações musicais do Rio de Janeiro

Natural da cidade de Niterói, o cantor Luiz Felipe Vasquez, começou a aparecer profissionalmente como cantor quando publicou em seu canal no YouTube um cover do sucesso “O Nosso Santo Bateu” da dupla sertaneja Matheus & Kauan no dia 26 de junho de 2016.

Seguindo pela mesma veia que a cantora norte-americana Megan Nicole, os vídeos do cantor já somam mais de 74 mil visualizações com uma média de 9 á 10 mil de público por vídeo na plataforma. Em fevereiro do ano passado, ele lançou no canal sua primeira parceria com o também musicista Lucas Meucci, cantando um cover de “Acordando o Prédio”, um dos maiores hits do ano passado.

Hoje Lipe é um dos mais pedidos nas baladas adolescentes do Rio de Janeiro. O jovem de 19 anos mostra bastante destaque dentre os outros artistas da geração atual. Podemos dizer que Lipe é sinônimo de entusiasmo e carisma!

Atualmente, Lipe acaba de voltar de seu primeiro show em Brasilia.

Como a música entrou na sua vida?

Desde pequeno sempre fui apaixonado por instrumentos musicais e conforme  fui crescendo fui também descobrindo que Deus tinha me dado o dom de compor e cantar.

O que te inspirou a produzir “Dechava”?

Acho que não tive uma inspiração concreta, apenas veio na cabeça e a compus.

Como surgiu a parceria com o Double Funk?

Conheço Renan Brandão (um dos DJ’s do Double Funk) desde pequeno e quando ele iniciou o projeto, me convidou pra fazer uma parceria com eles e graças a Deus deu tudo certo.

Foto: Divulgação/Miau Filmes

Qual foi sua primeira experiência profissional como cantor?

Primeira vez que eu cantei profissionalmente foi quando eu fazia parte de um grupo de pagode (Grupo Sambulando), há mais ou menos uns três anos atrás.

Como estão os preparativos para seu 1º clipe?

Um pouco enrolado, mas já começamos as gravações e em breve tá na pista.

Com tantos ritmos para escolher, o que o fez optar por seguir no funk?

Muita gente acha que por eu cantar funk e por minha primeira música de trabalho ser um funk, minha vertente é o funk. Mas na verdade, não é. Por eu ter um repertório bem eclético, já fui bastante questionado em relação à minha vertente na música. Então, decidi optar pelo que me sinto bem e o que gosto de cantar que é o R&B.

 Você tem ainda músicas inéditas em outros ritmos, pretende lançá-las?

Muitas, até! (risos) Pretendo lança-las em breve, só estou esperando o momento certo!

Foto: Reprodução/Instagram

E a família, como foi o apoio em casa pela profissão?

De início, meus pais ficaram com um pé atrás, pois hoje seguir uma carreira na música é uma profissão incerta. Mas depois que aceitaram, sempre me incentivaram e sempre estão no meu pé para não deixar os estudos de lado.

Nos estudos, fica difícil conciliar os dois?

Atualmente não estou estudando, mas assim que der, pretendo iniciar e espero que não seja tão difícil conciliar quanto a ex com a atual (risos).

Se não estivesse cantando, o que estaria fazendo?

Sem dúvidas jogando bola e estudando nos Estados Unidos!

Foto: Reprodução/Instagram

Deixe uma mensagem.

A mensagem que eu deixo pode ser um pouco clichê mas que sempre é válido reforçar: Nunca desista dos seus sonhos! Se você quer algo, corre atrás. Se tem uma coisa que eu aprendi, foi que a oportunidade surge de imediato, basta estar preparado pra quando ela chegar!

16 Comentários


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