Aline Barros é a entrevistada de Danilo Gentili nesta quarta-feira (05). A cantora fala sobre as novidades da carreira e o lançamento do EP “Viva”: “gravamos com muita ousadia. Foi algo novo, uma Aline mais eletrônica e não perdendo minha essência. Acho que a gente tem que se reinventar, porque nosso Deus é tão criativo”. Ela relembra o início de sua trajetória profissional aos 16 anos e sua primeira apresentação, em uma praça de Manaus. “Foi em cima de um trio, voz e violão. Primeira viagem que eu fiz de avião. Foi lindo. As pessoas cantavam com tanta alegria. Nessa época eu conheci o Gilmar (marido). Estudava Biologia Marinha. As coisas começaram a acontecer na música e eu estava na faculdade. Meus pais sempre investiram nos meus estudos, então pra honrá-los falei ‘vou até o final’”.

 

Aline relata ter ficado “sem chão” quando teve um problema na garganta que a deixou com apenas 5% da voz em 2003. Após ouvir do médico que teria que ficar seis meses sem falar, declara: “tive minha voz completamente restaurada em um mês e meio, no máximo. (O problema) Fez a minha voz ficar ainda mais forte, mais cheia de vida. Só Deus pode fazer isso”. Sobre os filhos terem puxado suas aptidões, conta: “Nicolas seguiu a carreira do pai, jogador de futebol. A Maria gosta de interagir com câmera, gosta de cantar”. E se emociona ao falar sobre os vários prêmios Grammy que já ganhou: “fico muito feliz quando olho pra todos eles e vejo como Deus foi bom comigo. Se eu passasse o resto dos meus dias louvando a Deus por esses acréscimos ainda seria pouco”. A convidada canta ainda “Eternidade” ao final da entrevista.

Fonte: SBT Brasil

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