Fabiano de Abreu que também é psicólogo e psicanalista tem a sua teoria aprovada por universidade americana e por instituto membro da Unesco, e aguarda a aprovação em revista científica; Estudo desafia estudos clássico, como a psicanálise e a psicologia tradicional com base de Freud e Lacan

Já imaginou tratar medos e traumas de uma pessoa adulta a partir de um mapeamento de toda a memória primitiva e análise de sua personalidade atual? Essa é a proposta do neurocientista, neuropsicólogo, psicólogo, filósofo, jornalista, psicanalista, escritor, etc, Fabiano de Abreu, ao lançar a teoria da psicoconstrução.

“A memória primitiva está presente na “mente” e no DNA, ela é um carimbo genético que determina a nossa forma de reagir a certas situações. Depois de descartar que o paciente não sofre de um problema físico (lesão cerebral por exemplo), a memória primitiva pode conter a chave da resolução. Ao encontrar a natureza do problema que está guardado no inconsciente, temos também que avaliar a memória primitiva com base na ancestralidade e, a partir disso, traçar todo o necessário para o paciente”, explicou.

Como metodologia, Fabiano propõe trazer a natureza do problema à consciência do paciente. “Podemos fazer o paciente criar um engrama através da memória trazida ao consciente do motivo do trauma ou do medo, como se fosse uma nova marca, “em cima” da vaga memória do acontecimento e isso amenizar a sua dor. Mas quem garante que esta memória criada não é abstrata? O ser humano pode formar memórias, acontecimentos, criar inclusive toda a imagem como um filme, de forma abstrata, irreal, e pensar que ela é real. Nossa mente é capaz de criar acontecimentos abstratos com a mesma semelhança dos realmente vividos. O cérebro reptiliano influência em nossa personalidade e pode nos conduzir a uma realidade que melhor o satisfaz. O que quero dizer com isso? Reduzindo a miúdos, trazer à consciência ameniza, mas a verdadeira cura está no comportamento. Um trauma do passado desencadeia disfunção nos nossos neurotransmissores e nos conduz de acordo com a personalidade. Uma terapia baseada no entendimento de como funciona o organismo do paciente, com os pormenores da sua personalidade, pode ditar comportamentos e hábitos que vinculados a uma alimentação de acordo com a genética do paciente possa não só amenizar o problema, mas também propiciar a “cura” definitiva”, disse.

A teoria foi aprovada pelo Instituto Gaio de psicanálise, que é membro da UNESCO, onde Fabiano já cursou psicanálise e concluiu o mestrado na área e também no doutorado em Ciências da Saúde com especialização em neurociência e psicologia na universidade Emil Brunner World University nos Estados Unidos.