A artista norte-americana Julia Wheaton lançou no dia 31/07, seu novo single chamado “A Vida Que Eu Conhecia” nas principais plataformas digitais de música (Spotify, Deezer, Apple Music, Tidal e outros).

A composição foi realizada remotamente durante a quarentena do Covid-19 por Eliza Wheaton, irmã da artista, em parceria com o músico e produtor Lelo Zaneti (baixista da banda Skank). A música aborda a transição da adolescência para a vida adulta e o quanto coisas simples e rotineiras tem sua importância e um imenso valor. Além disso, a track reforça sobre a saudade de estar perto de quem se ama devido a quarentena.

Quando se trata de produção musical, o single ficou sob responsabilidade de Lelo Zaneti e Cris Simões que usaram como referências musicais artistas da Folk Music, R&B, Motown, Pop Music e Nova MPB.

Realizada remotamente, como foi o processo de composição e produção de “A Vida Que Eu Conhecia?

O processo de composição se iniciou com a vontade de explorar o tema dos desafios que são as mudanças de comportamento nas fases da adolescência para a adulta dentro de um formato musical da “Canção” que é muito interessante para se contar uma “história”.

Uma das curiosidades desse novo lançamento foi a composição a distância entre sua irmã Eliza Wheaton e o produtor Lelo Zaneti, que é baixista da banda Skank. Como foi contar com a colaboração dele?

Na verdade, a nossa parceria já está presente desde a música “Você” e também na “Sereia”, então agora estamos na terceira música “A Vida que eu conhecia”! E acredito muito na colaboração do núcleo Cris Simões e Lelo Zaneti para a entrega da produção musical. Temos muita sintonia, afinidade e diálogo aberto sobre os temas e os conteúdos para uma Produção musical. E também pretendemos dar sequência na elaboração de um EP com 6 músicas.

O enredo aborda a transição da adolescência para a vida adulta e o quanto as coisas rotineiras tem sua importância. Como foi a escolha desse enredo e o quais foram as inspirações para chegar a essa ideia?  

É interessante porque a música foi escrita em janeiro (antes da pandemia) pensando na transição da vida adolescente para a adulta, valorizando as coisas rotineiras e sem importância que hoje tem um valor imenso. Onde a saudade da simplicidade e a alegria do dia-a-dia, do aconchego do beijo/abraço de quem se ama é tão grande!

A track também reforça o sentimento de saudades e de estar perto de quem se ama. Acredita que o momento da quarentena tenha sido uma boa oportunidade para refletirmos sobre esses momentos bons da vida?

Sim. Verdadeiras e boas lições no dia a dia nas nossas vidas e nas vidas de todos no mundo, muitas responsabilidades e reflexão sobre os nossos propósitos na vida, e também como poderemos aproveitar esse tempo de uma forma mais criativa.

Além de Lelo, a produção teve a parceria de Cris Simões, que usaram como referência artistas da folk music, R&B, motown, pop music e a nova MPB. Como foi criar essa mistura de estilos?

Foi bem natural. Além do pop que gostamos muito, a gente juntou alguns elementos de folk, r&b que faz parte também da sonoridade da Júlia. O resultado está aí na música

A questão do trabalho e da gravação a distância representou alguma dificuldade na produção da música?

Por incrível que pareça não. A gente já vem trabalhando a distância há algum tempo e os produtores estão acostumados a trabalhar assim por causa da globalização da música que vem acontecendo há algum tempo. A quarentena só reforçou o que já vinha ocorrendo com outras produções.