Saber a história de um vinho pode potencializar a experiência degustativa. Por isso, o Edega, novo nome do clube de vinho da PNR Group, importadora do empresário Philippe de Nicolay Rothschild, brinda seus associados com uma seleção de rótulos do mês de setembro com muitas histórias de vinhateiros e produtores.

Acompanhe a seleção por categorias:

Seleção Blason:

– Vinho Los Vascos Chardonnay 2015

– Vinho Los Vascos Sauvignon Blanc 2015

– Vinho Los Vascos Gran Reserva Carménère 2013

Preço associado categoria Blasson: de R$ 435,00 por R$ 240,00

A família Echenique, de origem basca, plantou suas primeiras videiras na área de Piralello na província de Colchagua, ainda no século 19 por volta de 1750, inspiradas no estilo francês de produção. Em 1850, as principais uvas daquele país começavam a ganhar vida na região. Nesta época, a produção do Chile saltou de 9.000 hectares em 1870, para 40.000 hectares em 1900. O vinhedo Los Vascos mudou seu nome para “Viña Los Vascos – Domaine Barons Rothschild” a partir de 1988, quando a família Rothschild passou a administrar o vinhedo.

 Seleção Château:

– Vinho Château de Beauregard AOP Pouilly Fuissé La Maréchaude 2014

– Vinho Fleurie Grille Midi 2014

Preço para associado categoria Château: de R$ 755,00 para R$ 480,00

No Sul da Borgonha, os vinhedos cobrem uma terra rica em história, onde aconteceram grandes caçadas na pré-história, batalhas decisivas e a instalação da maior abadia de todos os tempos, que por muito tempo foi a maior igreja do mundo até a construção de São Pedro de Roma. Os monges da abadia de Cluny eram poderosos e ricos, e tinham terras espalhadas na Europa inteira. Mas é ali, entre o Sul da Borgonha e o Beaujolais, próximo ao convento, que seus vinhedos e pastos estavam localizados para abastecer os milhares de monges que trabalhavam dia e noite para escrever as obras mais lindas da Europa ocidental. Quando o Duque Philippe le Hardi ordenou, em 1395, arrancar os vinhedos de Gamay, na prestigiosa Côte de Nuit, e depois no resto do seu ducado de Borgonha, os monges beneditinos, sabendo o quão essa casta estava adaptada aos terrenos da região, se recusaram a executar a ordem de plantar apenas Pinot Noir. Eles continuaram a escolher os melhores terrenos entre Chardonnay e Gamay, e hoje temos a sorte de poder aproveitar os excelentes vinhos dessa região, onde é principalmente plantada a Chardonnay para os brancos minerais de Poully Fuissé, bela alternativa ao seus primos de Chablis, e os complexos Beaujolais Village, como Fleurie e o Moulin À Vent, bem distintos da imagem veiculada pelo Beaujolais Nouveau.

Seleção Impérial:

– Vinho Chablis Grand Cru Blanchot 2005

– Vinho Echezeaux 2009

Preço para associados na categoria Impérial: de R$ 2620,00 por R$ 1920,00.

Mais que plantar novos vinhedos, os monges foram os que iniciaram os estudos, as observações dos terrenos, e os descobridores do terroir. Através de um trabalho incansável, os monges beneditinos e cistercienses começaram a estabelecer e definir inúmeros lotes menores que, com o tempo, se tornaram os melhores vinhedos da Borgonha, chamados lá de “Climats”. Já em 1787, Thomas Jefferson, futuro presidente dos Estados Unidos, viajou à Borgonha e fez uma classificação detalhada dos melhores vinhos. A partir do século XIX, os vinhateiros das diferentes aldeias da Côte d´Or decidiram colocar atrás do nome da aldeia o nome do mais famoso vinhedo da área de produção específica. Assim, Gevrey virou Gevrey-Chambertin (os primeiros em 1847), Chambolle se transformou em Chambolle Musigny (1878), Vosne em Vosne Romanée, Puligny em Puligny-Montrachet, e Morey em Morey-Saint-Denis, entre outros. Enfim, no dia 31 de julho de 1935, o INAO (Instituição Nacional das Apelações Controladas) reconheceu e oficializou essa classificação com os 33 Grands Cru no topo das denominações da região, como o Blanchot em Chablis, ou o Echezeaux em Flagey na Côte de Nuits. Eles representam apenas 1,5% da produção da região, o que explica sua raridade. Verdadeiras joias engarrafadas e são vinhos que podem aguentar décadas de guarda sem problemas, principalmente quando são produzidos em safras excepcionais como as de 2005 e 2009.

  (*) O Edega é um clube de vinhos criado pela PNR Group que dá acesso a uma grande variedade de rótulos rigorosamente selecionados por Philippe de Nicolay-Rothschild. Ao se inscrever, o associado pode optar por 3 tipos de assinatura: Blason (R$ 240,00/mensais, que dá acesso à 50% do portfólio), Château (R$ 480,00/mensais, 75% do portfólio) e Impérial (R$ 1.920,00/mensais, 100%). Além da possibilidade de adquirir alguns dos melhores rótulos do mundo, sem taxa de permanência e adesão, 100% da mensalidade é revertida em crédito para compra de vinhos, com preços especiais para os associados.

Para se associar: www.edega.com.br

Instagram: @Edegabypnr