Miguel Costta fala de experiência na televisão e “Sob Pressão”

Conhecido como o Gael de “A Terra Prometida”, o ator Miguel Costta iniciou no teatro ainda aos 9 anos de idade. Logo em 2014 estreou seu primeiro trabalho na televisão com a minissérie “Milagres de Jesus”, onde interpretou o personagem Gabael.

Ainda na televisão, participou de vários sucessos como “Malhação: Sonhos”, “Êta Mundo Bom”, “Mister Brau”, e agora se prepara para seu novo projeto como Clayton, na 3ª temporada de “Sob Pressão” da Rede Globo.

Como foi seu começo como ator?

Eu comecei no teatro aos 9 anos fazendo a peça Celina nos mundos dos musicais, meu primeiro trabalho de elenco na tv foi Milagre de Jesus e então nunca mais parei… tô sempre fazendo cursos, workshops e no meu processo criativo, aliás, acho q foi um excelente começo, porque só sou o que sou por causa do teatro, e digo isso como ator e como pessoa.

Com uma boa lista de apresentações no teatro, você está vivendo o Aurélio na peça “Celina” do diretor Dany Arcanjo. Como está sendo essa experiência?

Está sendo uma experiência nova, porque foi a primeira obra que tive contato a 6 anos atrás e eu tinha uma visão totalmente diferente da que tenho agora. Agora penso na peça de uma forma mais profunda e enxergo com um olhar mais poético, ou seja, meu personagem tem uma estrutura interior que eu construí totalmente diferente de antigamente. Está sendo incrível!

Foto: Divulgação

Na televisão, vai entrar como o personagem Clayton na 3ª temporada da série “Sob Pressão” da Rede Globo. Quais são suas expectativas para atuar nesse projeto?

Estou muito ansioso para ver o resultado, porque a gravação foi insana, ficamos horas para gravar apenas uma única cena! Exigiu bastante concentração e esforço de todos, e era coisa nova para mim, foi minha primeira cena de ação, gostei muito do que foi feito.

Premiado esse mês no Miami Web Fest, “Magic of the Mermaid” está fazendo muito sucesso no YouTube. Como tem sido participar da série como o Nereu?

Bom, Nereu foi um personagem bem diferente para mim, uma criatura mágica que vem do mar, e seu corpo é como de um humano, não é todo dia que se vê uma história assim. Gostei muito do personagem e da história em si, a Joana Cabral fez um roteiro maravilhoso e agarradinho e com a direção do Quentin Lewis ficou ótimo. E sobre a premiação, fiquei muito feliz.

Foto: Reprodução/Instagram

No ano passado esteve na 4ª temporada de “Mister Brau”, qual o significado do Ernesto em seu trabalho?

Ernesto foi um personagem muito importante, tanto para mim quanto para as pessoas que estavam assistindo, pois ele estava dentro do tema racismo. O Ernesto cometia um furto junto de um amigo e Egídio (filho do Brau) que não tinha nada a ver com o furto, apenas conhecia os garotos. Então os seguranças perceberam que estava ocorrendo o furto, e na hora de pegar quem roubou, eles pegaram o Egídio, mas não pegaram ele por terem confundido quem roubou, pegaram ele por ele ser negro, e então tem o desenrolar da história. Então acho que esse personagem foi um presente para mim, porque abordou um tema muito importante que deve ser muito discutido por todos.

 Deixe uma mensagem.

A mensagem que eu deixo é que todos devemos correr atrás de nossos sonhos, e sempre devemos ter esperança, aliás, como disse Aristóteles: “A esperança é o sonho do homem acordado.” Muita saúde e paz para todos!