Na rabeira de um Rollz Royce, pegue carona pela Califórnia no novo clipe do duo FingerFingerrr

Entre uma série de shows pela Austrália e Estados Unidos (com participações em festivais como Primavera Sound, Northside e SXSW), a dupla de “indie-punk-hop” FingerFingerrr sentiu um calor. O sol batendo na cara e a vontade de movimento levaram a banda paulistana – composta por Ricardo Cifas (bateria, voz e synths) e Flavio Juliano (voz, baixo, guitarra) – até Los Angeles, Califórnia, onde ao lado do diretor John Threat gravou um road clip para a faixa Rollz Royce (que já acumula mais de 30 mil plays no Spotify). Pegue carona nessa corrida e tente manter o fôlego aqui. O duo aproveita a novidade para anunciar que fará show no deck do Sesc Pompeia, em São Paulo, no dia 14 de abril, às 16h. A entrada será gratuita.

“Rollz Royce foi o primeiro single lançado depois do nosso disco de estréia, MAR, e veio com a proposta de trazer uma nova faceta do FingerFingerrr, mais quente, astral e sexy”, comenta Cifas. A ideia de compor a faixa com um videoclipe chegou depois, quando a dupla se viu pronta para fazer a transição rumo a um novo disco: “Foi coisa do destino: nos sentindo em movimento em direção ao próximo trabalho, recebemos esse presente do John, um clipe para uma música com nome de carro”, revela Flavio, “com o qual o diretor ficou tão animado que, para realizar os efeitos da pós produção, pintou o próprio carro de azul com lata de spray de um dia para o outro”.

Ainda sobre a parceria com John Threat (que também dirigiu o clipe de “Eu Só Ganho”, do MAR) a dupla explica que há uma intensidade de performance bastante envolvente. “Basicamente, ele fica gritando o tempo todo: ‘Dança! Pula! Agita! Corre! Sai pra fora do carro! Pula de novo!’. Quando estávamos gravando perto da linha do trem, por exemplo, a gente nem imaginava que ia passar um trem daqueles, de dois andares, cheio de containers. Quando o John o avistou, estávamos sentados na área industrial de LA, pensando na próxima cena, e ele começou a filmar e falou: ‘É a cena de 1 milhão de dólares! Levanta! A gente não pode perder isso’. Foi pura improvisação do momento”, complementa Flavio. o resultado é colorido, descontraído e energético como a própria banda. “Agora, podemos dizer que estamos contando uma história”.

Fonte: Flora Miguel