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Nascido e criado na Grande Vitória, o cantor capixaba independente Pedro Kimura, está há dois anos no mercado capixaba e coleciona 4 singles autorais já lançados. Em 2019 lançou seu primeiro single, a faixa “Pode Vim”, que chegou acompanhada de um videoclipe. A partir daí não parou mais e deu sequência a 3 novas músicas autorais, como “Bixa Preta”, “O Fim do Amor” e “Jogando o Bumbum”.

Considerando a música como uma forma de se expressar e de se conectar com o público, Pedro já soma hoje, mais de 10 mil plays em suas faixas e cerca de 20 mil visualizações no canal do youtube.

Seu primeiro contato com a arte foi quando ainda criança na igreja, onde cantou até a adolescência, momento em que se descobriu homossexual e não se sentiu mais confortável em continuar frequentando, mas ainda assim a vontade de continuar cantando e de lidar com o público permaneceu forte.

Foto: Divulgação

O videoclipe da faixa “Jogando o Bumbum” foi lançado em Janeiro de 2020 e já acumula muitas curtidas, comentários e feedbacks positivos do público. A produção disponível no canal do youtube do artista traz o tão amado brega funk e o clipe vem carregado de representatividade e um clima pra lá de divertido com uma verdadeira pool party. Em entrevista ele contou um pouco mais sobre esse lançamento. Confira:

Como começou a sua história com a música?

A história com a música veio da minha família. Lá todos tocam algum tipo de instrumento e quando reunimos todo mundo, não pode faltar música.

Como você considera o cenário musical capixaba?

Confesso que estou muito animado com tudo que estou vendo. Ter artistas capixabas inseridos no mercado nacional é sensacional. Acredito que isso abre portas e possibilita que possamos analisar melhor o mercado local.

Foto: Divulgação

Seu mais recente lançamento foi o videoclipe de “Jogando o Bumbum”, que traz uma pool party. Você buscou referências para essa produção? Como foi a idealização do clipe?

Sim, a ideia era trazer uma festa na piscina, com direito a bebidas e muita diversão. Chamei meus amigos e gravamos.

O videoclipe atingiu 5 mil visualizações em pouco tempo. Como foi isso para você?

Parece pouco, mas significa muito. O vídeo que subiu mais rápido em 24 horas. Tenho certeza que eu e minha equipe estamos no caminho certo, mas não é fácil. É como trabalho de formiguinha. Um pouquinho ali e outro pouco aqui. É assim conseguimos nos inserir no mercado.

Foto: Divulgação

Como produção independente, você precisou estar de frente em diferentes funções para que o projeto saísse do papel. Qual foi o maior desafio?

Olha, são tantos. Acho que dirigir e atuar foi o mais complicado.

Entre o videoclipe de “Pode Vim”, “Bixa Preta” e “Jogando o Bumbum”, qual deles você sentiu que foi mais desafiador?

Acho que sempre o último é mais difícil. Sempre tem algum novo obstáculo, algum desafio diferente. E eu sou o louco das ideias, minha equipe sofre (risos).

“Jogando o Bumbum” pertence ao Projeto Ritmo Envolvente, assim como “O Fim do Amor”, faixa também muito querida pelo público e amigos. Pretende produzir também um videoclipe para ela?

Acho que não. A era Ritmo Envolvente já se foi. Estou trabalhando em um novo projeto e logo logo conto tudo para vocês.

O que podemos esperar para 2021?

Músicas novas para jogar a bunda. Vem muitas parcerias também e se Deus quiser muitos e muitos shows futuramente. #VacinaJá

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